
Se não fosse lisboeta, podia ser da ilha do Farol.
De uma ilha com uma praia a perder de vista, uma água transparente e a possibilidade impagável de estar sozinha, sem ninguém, por vários kms.
De ipod nos ouvidos, passaram-se os dias em caminhadas de vários kms, apenas refrescadas em águas geladas para, depois, descansar, na toalha, debaixo de muito muito sol.
No regresso à capital, não perder tempo com mais "descanso": rumar ao Meco e ver os Portishead e os Arcade Fire, acordar completamente azambuada e continuar passear por Lisboa, com a excelente banda sonora ainda na cabeça.
Para descanso da mente, filme no excelente e calmo cinema Londres (Harry Potter... sim, eu gosto!), almoço no restaurante vegetariano "Terra", concerto de jazz no jardim do Campo Grande e jantar de fim de férias no restaurante " Di Casa".
O regresso ao trabalho, por duas mais semanas. De baterias recarregadas, de energia quase completa, para as próximas mini férias à bela Barcelona.