domingo, 21 de agosto de 2011

I'm longing to linger till dawn, dear...




Artisani e Capricciosa!


Carcavelos, praia, vista sobre o mar e tudo o que mais alguém pode querer: comida italiana, sangria e gelados!


Biquini vestido, pés na areia e corrida para fugir do mar gelado.


O Verão que teima em não aparecer. A praia quase vazia.



A marginal que nos acompanha devagar e um Domingo em que se combate a má vontade em regressar ao trabalho.


Tarde bem passada, companhia do melhor que pode haver, chegar a casa cansada e descansada e simplesmente "linger till dawn, dear".

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Barcelona





Barcelona


apenas palavras que nunca serão suficientes



ramblas, petonets, beijinhos, Jamboree, Sagrada Família, Gaudi, vinho, cerveja, tequilla, salsa, forró, calor, frio, praia, calle, carrer, barceloneta, teleférico, Mont Juic, Park Guell, Café Royal, Tânia, Pol, Isaac, baixo, piano, Avenida Diagonal, luz, estrelas, carrer del Tigre, Hostal Radio, bacalhau, bombas, jazz, blues, bossa nova, Maria Rita, Seu Jorge, Rui Veloso, Zeca Afonso, Eddie Vedder, "once in a while", ténis, pés, mosquitos, relva, concerto, pescoço, fotografias, telemóvel, mensagens, música, dança, medeleys, risos, bromas, brincadeiras, gargalhadas, nobio, namorado, chica, menina, trombocide (forte), "me caes mui bien", jueves, lunes, domingo, copas, copos, Buena Vista Social Clube, guay, buena, esquerda, direita, Catalunha, Portugal, catalão, portuguesa, molt, amiga, amic, Barcelona!






segunda-feira, 18 de julho de 2011

Férias!




Se não fosse lisboeta, podia ser da ilha do Farol.

De uma ilha com uma praia a perder de vista, uma água transparente e a possibilidade impagável de estar sozinha, sem ninguém, por vários kms.

De ipod nos ouvidos, passaram-se os dias em caminhadas de vários kms, apenas refrescadas em águas geladas para, depois, descansar, na toalha, debaixo de muito muito sol.

No regresso à capital, não perder tempo com mais "descanso": rumar ao Meco e ver os Portishead e os Arcade Fire, acordar completamente azambuada e continuar passear por Lisboa, com a excelente banda sonora ainda na cabeça.


Para descanso da mente, filme no excelente e calmo cinema Londres (Harry Potter... sim, eu gosto!), almoço no restaurante vegetariano "Terra", concerto de jazz no jardim do Campo Grande e jantar de fim de férias no restaurante " Di Casa".


O regresso ao trabalho, por duas mais semanas. De baterias recarregadas, de energia quase completa, para as próximas mini férias à bela Barcelona.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Forró bodó!




Sempre ouvi esta expressão "vai ser um forró bodó" associada a festa, a diversão!



Ontem ficou comprovado! O Forró está em Lisboa, animado, e para ficar!



No Casa de Lafões, aprende-se a dançar "sem medo de ser feliz" (diz-nos o professor, ao mesmo tempo que nos ensina a lidar com o parceiro de dança... "para ele não abusá de você!").



Duas horas de música agitada, com direito a alongamentos e muita, mas muita, reviravolta!



Hoje - e todas as terças-feiras - há "roda de choro", forró com música ao vivo, também por lá, e amanhã nova aula.



Para os mais cépticos na capacidade de ter par, desenganem-se: temos rapazes portugueses, brasileiros e outros que não se apurou a origem! Temos quase tantos rapazes como raparigas e tudo se passa com a maior das animações! Tudo tem paciência para a "falta de jeito" de algumas, e alguns, e dá direito a, com o passar dos minutos e muita persistência, se ir decorando os passos.



Está comprovado o que é mesmo um forró bodó!


E hoje há mais!!

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Camané - Ciúmes da Saudade




Fim do dia em beleza.


Depois de ginasticar, de um excelente jantar, rumar à Alameda D. Afonso Henriques para assistir ao fim das festas de Lisboa.


Confessa-se desde já que, apesar de lisboeta, o fado não é uma paixão, mas apenas o Camané!

Como não gostar daquele ar simples, não pretensioso, com que canta o fado?

De ar normal, com pouco esforço na voz, como se nos desse um simples bom dia, timidamente.


Falhou em apenas cantar umas meras quatro músicas e nem todas das preferidas (culpa da organização, claro!).


Arrancou alguns suspiros, mas trouxe memórias e foi ver-nos, cantando, lisboetas, de olho fechado e mão no bolso!!

Saldo final: encerramento das festas bem organizado, Camané com pouco tempo de antena, substituído pelo Carlos do Carmo (de quem não se gosta de todo) e que, com postura totalmente oposta, nos "ensinou": nunca se acompanha um fado com palmas, isso é para as marchas ou a música ligeira!! Pfff...

Aqui fica a letra da primeira música cantada pelo Camané, com palmas, por favor!!


Se não matas a saudade
Quando morres de vontade
De pôr à saudade fim
É talvez porque preferes
Ter da saudade o que queres
E não me pedes a mim

A saudade em que me deixas
É penhor das tuas queixas
Por não dizeres a verdade
Bastava que me pedisses
De cada vez que me visses
O que pedes à saudade

O que dás, se me não vês,
Não consigo que me dês
Por timidez ou vaidade
E a saudade que vais tendo
Com ela vives, morrendo
P'ra me matares de saudade

Talvez seja o que tu queres
E é por isso que preferes
A saudade em vez de mim
Morrendo os dois de saudade
Temos toda a eternidade
P'ra pôr à saudade fim

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Almoço no Jardim do Goethe





O Goethe Institut fica muito bem situado. Num dos locais da cidade que eu mais gosto, cheio de animais, de vida, de histórias dignas de filme: no Campo Mártires da Pátria, ao lado da embaixada alemã.



Hoje fez-se uma caminhada debaixo do sol de Verão: no total 1 hora para cá e para lá, para se ir matar saudades e, finalmente, aproveitar o jardim do Goethe.

A escolha (difícil) recaiu sobre mais um dos petiscos feitos pela nova (e excelente) gerência do bar: "Tabule" ou "Tabbouleh" (salada arábica, diz a Internet!), acompanhada de um sumo de frutos vermelhos e, para terminar, um bolinho de cenoura e chocolate.



A dificuldade foi mesmo a escolha.

Foi uma excelente opção, o jardim foi todo arranjado e já tem, até, redes que convidam ao descanso.


Não fosse dia de trabalho e tinha preparado o regresso, também em passo acelerado, com uma sesta numa rede verde, à sombra, com vista sobre a cidade de Lisboa.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Acredito em milagres!



A imaginação e o tempo não são muitos, por isso aqui fica, apenas, o pensamento (e o som) do dia...