
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
A gaivota

segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Caipirinha e e morangoska dão energia e fazem tudo parecer mais rápido!
foto do blog.delaranja.com
Mais uns passitos, rumo à calçada do Combro, onde, descendo umas escaditas, se bebem umas caipirinhas muito boas a €2. A noite continuou, passeando pelas ruas movimentadas, bebendo morangoskas muito boas no RUA. Para queimar calorias subida a pé até a casa.
Moral da história: caipirinha e e morangoska dão energia e fazem tudo parecer mais rápido, deve ser da fruta....
Dia seguinte: passeio em Belém debaixo de um sol quentinho e vontade de comer pasteis. Resistir e conseguir.
À noite: um excelente concerto no jardim da estrela, dos clássicos na rua (http://www.egeac.pt/)música clássica ao livre e grátis. Até o cãozito gostou. Porque ainda era cedo, fomos a um dos quiosques de Lisboa, ali na Praça das Flores. Excelente forma de acabar a noite, bem acompanhados e animados.

O domingo não podia ter sido melhor, terminou os amigos a jantar lá em casa e a descoberta dos Petit Gateaux do Pingo Doce.. que brilharete que se pode fazer!
Só 30 segundos no microondas, e o chocolate quentinho e derretido espalha-se no nosso prato!
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Para todos os gostos, especialmente os nossos...

sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Jardim do Torel - Clássicos na Rua?
fotografia de José I. Costa em olhares.aeiou.pt/miradouro_do_jardim_do_torel...CLÁSSICOS NA RUA
Jardim do Torel - Rua Júlio de Andrade
Recital de Piano a 4 Mãos - Inês Mendes e Francisco Sassetti
4 Set: 19h
Recital de Acordeão - José Felipe Saglimbeni
5 Set: 19h
em:http://www.agendalx.pt/cgi-bin/iportal_agendalx/A0001636.html?area=&tabela=&genero=&datas=&dia=&mes=&ano=&numero_resultados=&id=5ftgRPut#
Os meses de verão são ricos em festividades culturais e o ano passado apreciei muito os concertos no Jardim da Estrela. Este ano quero aproveitar o mês de Setembro para o mesmo.
A minha surpresa prende-se, não com os concerto em si, mas com o estado do jardim do Torel e da sua capacidade para receber concertos.
Passo lá quase todos os dias, na esperança de o ver aberto. Tem uma das melhores vistas da cidade, mas está quase escondido dos turistas e acaba por ser um miradouro privado dos moradores da zona. Fechado há quase um ano, promete uma remodelação de valer a pena. Dizem que com quiosque e esplanada.
Mas os meses passam e pouco vemos ser feito. A placa dizia que a obras terminariam em Março de 2009 e já vamos em Setembro. Tenho saudades de ver a colina do Bairro Alto e do Chiado, os Restauradores e o rio lá ao fundo...
O concerto será hoje às 19 horas. Espero ansiosamente que seja verdade e lá estarei, à porta, mas preparada para uma desilusão.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Excelente sábado de Agosto
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sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Que nunca fiquemos assim!

quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Acordar cedo
Ainda assim dá para fazer tudo mais devagar e, ainda assim, nos despacharmos mais rápido do que em dias em que é o despertador que nos tira dos sonos e sonhos.
Hoje foi um desses dias, ou dessas manhãs.
Tudo feito devagar e, ainda assim, com muito tempo de sobra para fazer o meu percurso diário para o trabalho com mais calma e mais tempo para ver tudo.
Como sempre, desci a Calçada do Moinho do Vento. O nome é bonito, a rua é normalíssima. O único problema é ser completamente a pique. Não convém ir de saltos e, ao contrário das regras, é mais seguro ir pela estrada.
Depois, por breves instantes, atravessei a Rua do Telhal e desci, depois, a Rua da Fé. Prestei a atenção às portas e fiquei curiosa com o seu significado. As casas são todas bonitas, mas metade está muito degradada. Rafael Bordalo Pinheiro nasceu nesta rua.
No fim da rua, e como ainda era cedo, entrei na tabacaria mesmo em frente e comprei a revista Time Out. Sobre Lisboa, claro.
Como ainda assim não era tarde, atravessei mais uma vez a rua, para o outro lado, e comprei duas maçãs (portuguesas) a 0,9 €. Confesso que o preço me surpreendeu. Retirei a moeda de 1€ que tinha posto em cima do balcão e paguei as duas mação com 3 moedas pretas!
Andei mais uns minutos, passei por uma loja chamada, a Idade do Armário e esperei só mais dois minutos pelo meu autocarro.
Sentada, folheei as páginas da minha revista, passando pela Av. da Liberdade e Fontes Pereira de Melo, enquanto duas senhoras de sotaque carregado, contavam a árdua vida de quem trabalhava das 9 da noite ás 9 da manhã.
E passados apenas 30 minutos, desde que saí de casa, estava sentada na minha mesa no trabalho.
