quinta-feira, 30 de julho de 2009

o leitor e os hippies!


Que bela maneira de passar a derradeira quarta-feira de trabalho, antes das férias.

Entre o trabalho, que corre depressa com a urgência das férias, aproveitou-se as pausas para acabar um livro magnífico: O Leitor.

Sem ter visto o filme (a escolha foi consciente) demorei apenas 3 dias lê-lo. Em qualquer paragem de autocarro teci considerações e formei juízos sobre a Hanna. No fim não ficou qualquer amargo de boca. Agora só falta o filme.



Depois, á noite, apesar de um jantar que podia ter estragado o resto da noite (restaurante BeB em Cascais é para riscar da lista!), rumámos ao hipódromo de Cascais e fomos ver uma paixão de sempre: James Taylor.

Sim, é um daqueles... cuja música ouvi desde sempre (e acho que para sempre). Em viagens rumo a Tondela, em paixões de adolescente e agora, na vida adulta, a voz do James Taylor em "You´ve Got a friend", ainda me tira o folêgo.

Muita emoção. Algumas muito chochinhas, mas ainda assim muito bonitas.
Cantadas baixinho para não mostrar que se desafina.
O público era um bocadinho mais velho, perto da idade do próprio James, mas alguns gritaram como verdadeiras adolescentes (chegou a ouvir-se: James, I love you!)!

Durante todo o concerto, toda a gente a cantar e um encore em ritmo de soul, em que se gritou e dançou: "How good it is to be loved by you!" (que hoje ainda trauteio).

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Lisboa – Maputo – Berlin

Uma terça feira soalheira, que se tornou muito mais fresca no fim do dia.
Sentadas nos jardins do goethe institut, estivemos assistir ao concerto "Lisboa – Maputo – Berlin".
Música do mundo que é mesmo de Lisboa, de Maputo e de Berlim.
Mistura harmoniosa de tudo. Com voz e sons exóticos bem combinados.
O ambiente muito bom, as pessoas animadas e a cantora (alemã com ar de brasileira,Céline Rudolp ) com uma voz muito muito bonita. Os passarinhos lá atrás a cantar e o pôr do sol nas colinas de Lisboa ao fundo.
Fiquei mesmo com vontade de dançar e de ir comprar o CD.
Mais informações em: nhttp://www.goethe.de/ins/pt/lis/ptindex.htm

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Salão de Chá Castella do Paulo


Esta é mais uma sugestão relativa a comida...

é o Salão de Chá Castella do Paulo, ali na rua da Alfândega, mesmo ao pé do malfadado metro do Terreiro do Paço (sempre com um cheirinho suspeito a maresia).

O espaço é pequeno, mas bem arranjado e olhar para o menu dá vontade de perder a cabeça.

Basta olhar para as montras, para os bolinhos coloridos (macaron: suspiros a lembrar petit gateaux) ou para as fatias de qualquer bolo todas muito bem decoradas...

A comida é excelente, desde os crepes vietnamitas (0 meu preferido até agora), ao sushi, ou a pratos mais comuns.

A sopa miso não desilude.

Aberto só até ao fim da tarde, mas é óptimo para lanchar, almoçar ou estar-se um bocadinho aos sábados à tarde.

Só de pensar já fico com vontade de lá ir...

terça-feira, 7 de julho de 2009

Nood


As férias meteram-se pelo meio de Junho e tudo o resto ficou em stand by.

Os passeios reduziram-se, as noitadas ficaram para outros dias.

Agora que se retoma a rotina mensal volta a vontade de sair, de passear e de cortar os dias de trabalho.

Esta sábado deixou-se o cãozito em casa e foi-se ao Nood. Restaurante no Chiado, que passa despercebido para quem passa do lado de fora. (http://www.nood.pt/)

Apesar do dia da semana, estava pouca gente.

O ambiente estava calmo como sempre e cor-de-rosa como sempre.

Decidi arriscar e comer um prato diferente: sugestão de Verão!

Que má ideia.... molho asiático não lida bem com picante e com tudo o resto muito frio... pelo menos na minha opinião!

Quem escolheu sushi ficou a ganhar. Muito bom, muito fresquinho. Que inveja...

O que me valeu foram as fantásticas Gyosas de galinha, para entrada. Sempre excelentes e quentinhas.

Pela primeira vez não gostei, mas não é hábito.


É uma excelente sugestão, restaurante com ar de bar, onde se está sempre muito muito bem.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Sugestão para um sábado qualquer


Sugestão para um sábado qualquer:

1. Acordar bem cedo pela manhã (sei que custa), pegar nas toalhas, nos cremes e no cãozito e rumar à Costa da Caparica. Aguentar o calor, a fila e acabar por chegar à praia à hora em que já não se devia ir. Mas antes, virar à direita na entrada da Costa e ir para as praias de S. João. Pagar parque (máximo € 3), mas pôr o carro à sombra e perto da entrada da praia. Ter lugar para o chapelinho e ir chapinhar na água com o cãozito (antes do início da época balnear!).

2. Depois de mergulhos em água gelada, miminhos de cãozito molhado e salgado, chegar a casa e descansar 15 minutos.

3. Se o sol continuar (e a vontade se mantiver): almoço em Alfama: sardinhas de baixo de um ´sol ardente, que passa até a sombrinha, na Tininha de Alfama. Cervejinha gelada e umas sardinhas um bocadinho esturricadas.

4. Café no Pois Café, com direito a luta para ver quem come os caramelos que dão com a conta.

5. Pelo meio da tarde, rumo ao Parque das Nações, novo mergulho mas desta vez no Oceanário. Desconto de 10% com o cartão Lisboa Viva. Discussões sobre o peixe mais feio, sobre que peixe parecemos nós e tentativa e discussão sobre qual das lontras era a Amália ou o Eusébio (tinham as patas à frente).

6. Lá para as 7 chegar a casa e mimar o cãozito (que ainda estava completamente ko da praia).

7. Jantar qualquer coisa light e rumar ao FIMFA (festival de marionetas). Ver uma peça, em que era preciso saber mais francês do que se esperava, mas que ainda assim deu direito a muitas gargalhadas. (http://fimfalx.blogspot.com/)

8. Sair animados com a noite quente e ir petiscar sushi ao Estado Liquido. Muito bom, muito estiloso, não muito barato...

9. Um dia em cheio que terminou num passeio breve pelo campo mártires da pátria, com o cãozito mais simpático da vizinhança.


terça-feira, 26 de maio de 2009

Pois café


Sábado era dia de corridas malucas de bicicleta por Alfama.

O dia ainda não se parecia minimamente com aquele que se viria a tornar, sem chuva torrencial e sem todo aquele frio.

Passando na Rua de S. Miguel e indo em direcção ao Terreiro do Paço, chegámos ao Pois Café. Um café austríaco, mesmo metido nas ruas de Alfama. Fala-se algum português, mas imperam outras linguas.

As comidas também são alternativas, misturando o básico com misturas diferentes (quem diria que maçã e doce de tomate ficavam tão bem com fiambre de peru?).

Sentados em qualquer mesa, que, de certeza, foi encontrada em casa de alguma avó (até da minha, conheço algumas daquelas cadeiras...), ou num sofá fofinho, podemos ler revistas, ler livros ou simplesmente obervar os quadros ou as pessoas que por lá entram.
O espaço é muito giro, misturando o antigo como novo, num ambiente confortável.

Nos filmes há sempre lugares assim, cosmopolitas, algo intelectuais, onde os encontros estão repletos de intenção. No Pois Café podemos aderir a essa moda, escrever na moleskine, até pintar, ou simplesmente descansar num ambiente diferente.

No que a mim me diz respeito, acho o Pois Café um lugar bem decorado, sossegado, num bairro muito giro. A comida não é má, mas podia ser mais barata...

É um bom local para passar a tarde, com ou sem aspirações intelectuais.
Pois...

aqui fica o site: http://www.poiscafe.com/

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Mais do mesmo...

Mais do mesmo.
Num dia de primavera em que o bom ânimo impera aqui fica uma boa sugestão de música.
A letra é simples e bonita, a banda a melhor, a voz é a do Eddie Vedder.
Para ver aqui fica http://www.youtube.com/watch?v=6S1Rh0MQSdA&feature=related e para acompanhar, ao mesmo tempo que o Eddie, aqui fica a letra:
I have not been home since you left long ago
I'm thumbing my way back to heaven
Counting steps, walking backwards on the road
I'm counting my way back to heaven
I can't be free with what's locked inside of me
If there was a key, you took it in your hand
There's no wrong or right, but I'm sure there's good and bad
The questions linger overhead
No matter how cold the winter, there's a springtime ahead
I'm thumbing my way back to heaven´
Iwish that I could hold you
I wish that I had
Thinking 'bout heaven
I let go of a rope, thinking that's what held me back
And in time I've realized, it's now wrapped around my neck
I can't see what's next, from this lonely overpass
Hang my head and count my steps, as another car goes past
All the rusted signs we ignore throughout our lives
Choosing the shiny ones instead
I turned my back, now there's no turning back
No matter how cold the winter, there's a springtime ahead
I smile, but who am I kidding?
I'm just walking the miles, every once in a while I
'll get a ride
I'm thumbing my way back to heaven
Thumbing my way back to heaven
I'm thumbing my way back to heaven...